Sábado, 31 de Agosto de 2013

Uma semana

 

Uma semana somente,

uma eternidade de saudade.

E se não te vejo,

imagino-te,

e se não te sinto,

recordo-te,

e a saudade aumenta ainda mais.


publicado por canetadapoesia às 23:58
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Ficaste-me

 

Vens-me à lembrança,

recordo os momentos sublimes,

ficaste-me na memória,

ficaste-me na alma,

e dos momentos de prazer,

ficaste-me no corpo.


publicado por canetadapoesia às 00:40
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És bonita

 

É verdade que és bonita.

E não penses que o digo por dizer,

a verdade é que és mulher, e assim sendo és bonita,

porque toda a mulher é bonita,

seja em que idade for, seja qual for a sua beleza.

És bonita, porque és mulher.

Por o seres, tens em ti todo o erotismo do mundo,

porque o teu corpo não se compara a mais nada,

atrai, excita e ama como nenhum outro.

És bonita, és mulher,

E sempre me atrairás, porque és bonita e excitante.


publicado por canetadapoesia às 00:01
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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2013

Coroa dourada

 

Deste vale para cima se vai fechando o dia,

a noite aparece de mansinho e sobe,

do vale ao topo da montanha,

que no estertor do escurecimento,

se coroa de um dourado de sol.

E a toda a volta,

uma só coroa, um só sol,

desabando seus raios finais,

sobre uma montanha rainha.


publicado por canetadapoesia às 23:29
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Apelo

 

Oiço o apelo,

não quero resistir-lhe,

porque o campo e o verde,

são há muito a minha opção,

a minha esperança humana.

Mas a vida não se compraz,

e do verde que abraço,

ao deserto citadino me devolve.


publicado por canetadapoesia às 22:49
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Quinta-feira, 29 de Agosto de 2013

Faz-se tarde

 

Já vou indo que são horas,

faz-se tarde e tens obrigações,

que as minhas limitam-se a estes momentos,

da brutalidade do desejo contido,

que, com a mestria que demonstras,

sacias sem mais me pedires senão,

que retorne no dia seguinte.


publicado por canetadapoesia às 23:52
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Brisa

 

De longe soprava uma brisa calma,

fresca e acolhedora que cobria o calor do dia,

e por entre os sopros sentia o perfume atordoador,

com que me envolvias no abraço do desejo.

Sentia-te ao longe, sentia-te longe,

mas o sentir do amor,

desperto pelo perfume de teu corpo,

inalava-o pelo sopro da brisa da tarde.


publicado por canetadapoesia às 23:11
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Folhas secas

 

O que se sente quando uma folha cai?

Nada de especial dirão, secou e caiu.

Uma folha cai porque seca,

porque já não se suporta junto à árvore que a viu nascer.

Pois imaginemos a coisa,

Será que a folha cai por cansaço?

Pois sim, cansaço!

É que isto de passar uma vida pendurado cansa mesmo.

E quando nos cansamos, como as folhas,

Definhamos, secamos e,

Finalmente, desprendemo-nos da vida,

Como as folhas se desprendem dos frondosos ramos das árvores.


publicado por canetadapoesia às 21:40
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Botão florestal

 

Ao longe, muito ao longe,

ficaram os desenfreados ardores,

de uma cidade de betão armada.

Aqui, no campo, da pedra como construção,

ressaltam os amores,

do verde como opção,

da sombra que protege,

da vida que se esboça,

em cada novo botão florestal.


publicado por canetadapoesia às 20:08
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Quarta-feira, 28 de Agosto de 2013

Não venhas tarde

 

Não venhas tarde,

dizias-me com paixão,

e eu apressava o passo,

corria feito louco,

seguindo a mesma direcção.

No encontro se dava a explosão,

da urgência que se fazia sentir,

do desejo que o dia engrandecia,

e que ali se consumiria.


publicado por canetadapoesia às 23:53
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