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Caneta Da Poesia

Caneta Da Poesia

16
Ago15

Do monte da Lua (2015-02-13)


canetadapoesia

 

Com a sobranceria de me sentir acima de ti,
acerquei-me do amuralhado
que me evitava a queda no vazio,
monte abaixo, sem barreiras,
senão os naturais rochedos implantados,
por uma natureza intocada.
Olhei-te e o que vi, até onde me permitia a vista,
arregalou-me as já dilatadas pupilas.
Redonda estavas, larga e amarela da cor de um sol que,
mesmo adormecendo, não deixava de te iluminar.
Prenhe do sonho dos mortais, que de longe te admiravam.
Do Monte da Lua.
Dali via a lua cheia e amarela e laranja,
onde neste início de noite,
destacava todo o seu brilhantismo.
Oh! Lua esplendorosa.

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