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Caneta Da Poesia

Caneta Da Poesia

07
Nov20

Sereias


canetadapoesia

 

 

Sentado no paredão sobranceiro às águas do rio,

perdido no olhar de quem se perde no marulhar das ondas,

absorto, tão distante e tão perto.

O bater suave das pequenas ondas no molhe

anestesia-me os sentidos, amolece-me o corpo,

o sussurro que sinto penetrar-me na alma

provoca-me um sorriso na face, satisfação.

O sol encandeia-me a visão,

entre mim e a água, ia jurar, que ali passou uma sombra,

uma sereia, julguei, bem sei que é coisa que não existe,

mas na terra onde assento os pés, sim,

sereias há e esta é uma delas,

uma sereia em terra,

só para me agradar os olhos de visão turva.

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